Sem ciumeiras, sem invejas, sem cadeiras, sem diferenças e sem derivas. Alienantemente assumo. Assumo-te em jeito de provocação, versos e prosa numa ilha distante, alma imaginada, relato que se quer poético, disfarçando textos, ritmos.
Nesta voz ríspida, escrita, quase singular, chamamento clandestino, cópia manuscrita, frequentada, comovente e incomodada nas palavras acrescentadas.
Regresso à infância, sanha de luar numa paixão de expectativas, onde o tempo não demora, convive, espreita, ambiciona. Nesta transição, recuperamos um amor antigo com rosto de mulher amante e douradoura. Começo de liberdade, caminho de água, música com aspecto visual. Para durar, para recordar - e para, um dia, esquecer!











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