Home Data de criação : 08/07/29 Última atualização : 09/07/03 19:07 / 86 Artigos publicados
 

O TEU AMOR COMO DÁDIVA  escrito em sexta 03 julho 2009 19:07

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A memória do labirinto dos dedos entrelaçados, teu coração a bater sincronizado com o meu, o cheiro da tua pele, o suave deslizar da tua respiração, o embalo dos nossos corpos a viverem um momento único.

Adormeci aninhado no teu corpo, enleado num sonho meigo e ternurento...

Quero lá saber se o mundo acaba agora!!!

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POEMAS E AMORES RECRIADOS  escrito em segunda 29 junho 2009 18:46

Em cima do tempo, desabitualmente, um poema esperado desde sempre, com mil cambiantes, escancara-me as portas do espírito, reduzindo o meu mundo etéreo a um belo instante de frenesim. Um novo cenário no limiar da utopia inscrita no sonho profundo, inesperado, capaz de atenuar a frieza da narrativa gravada na imagem que imagino de ti, oculta mas transcendente na sua dimensão física.

As sonoridades em duelo desigual, evapora-se na tensão quase dramática do prelúdio. Neste espaço disponível ligo o infinitamente vasto com a particula mais pequena do universo presentido. É aí que encontramos as coisas realizáveis: poemas e amores irrompendo, transcendentes, libertos, num futuro que se aproxima.

O teu amor, o meu amor, o amor de nós todos, é mais forte que o ódio deles!...

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UM LABIRINTO DE AMOR  escrito em sábado 20 junho 2009 20:26

Por vezes vivo como se estivesse a explorar um mundo vindouro, debruçado sobre meus pensamentos, sempre num possível novo começo, sem nada a tolher-me as sensações que convivem com as saudades do passado. Tudo porque sou um boémio sem agruras mas com sentidos.

Gosto de vadiar no amor, a gente não muda muito, se for pecado, aceito. Não é tempo perdido, quando as coisas correm segundo nossos desejos. O corpo dela, fora do palco, ganha espessura, a sua voz enche-se, esculpindo sonhos maduros, seguros. Inspira-me seus gestos a desenharem privados comoventes beijos de amor. O  rosto, a imagem, a fluidez dos seus compridos cabelos, brilhantes e loucos, entusiasmados. Ao redor, como máscaras em circulação, olhares, um olhar mais longo e fixo sugere-me um labirinto sem fim nem início. Sei que a vou amar...

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O VOO LENTO DA MENTE  escrito em sábado 30 maio 2009 16:17

  Era junto ao mar que nos esqueciamos, em rendição, de regressarmos ao mundo e às origens. Havia euforia, eramos só nós ensopados em fúrias lentas de amor, como se não houvesse pecado original, nenhum pecado. Ainda sinto essa harmonia a correr enfeitiçada nas águas que espelhavam nossos beijos, nossos desejos, nossos carinhos, nossa ternura intensa, única, adocicada.

Esta recordação sara-me as feridas do espírito. Partilho convosco esta forma de voar...

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SAUDADE, ESTRANHA FORMA DE AMAR...  escrito em domingo 24 maio 2009 19:42

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