Levantar-me de quando em vez, dar um mergulho, regressar à madorra pachorenta, apanhar sol, voltar a mergulhar, repetir...
Este sol e este mar nunca são iguais, isolo-me, acariciando-te a mão, o braço, teu ventre rijo... Sinto o ardor do teu corpo, a disponibilidade dos teus lábios, o teu olhar por entre pestanas, doce, infinito, peregrino. Fascinante. Sinto-me um aventureiro solitário a explorar um mundo de maravilha, sem amargura e sofrimento.
Mergulho em ti, como se fosses mar!...


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